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Teresina, PI
Domingo, 19
Novembro de 2017

02/08/2011 - 19h33min

D E S A F I OS
ao governador WELLINGTON DIAS

Propostas idealizadas pelo jornalista Tomaz Teixeira

 

 

O Piauí inegavelmente é um dos estados mais ricos do nordeste. Seu potencial de água, (rios perenes e lençol freático), solo e minérios, exigem de nossas autoridades, a contratação de uma consultoria de alto nível (PHDs) para planejar o nosso futuro, aproveitando as nossas potencialidades naturais, onde através da criatividade e atraindo excepcionalmente o capital privado nacional e estrangeiro, alcançaremos definitivamente, o sonho de um estado próspero e desenvolvido. Não dá mais para esperar. Chega de subdesenvolvimento. A nossa juventude que sofre amargamente a falta de mercado de trabalho, não tem mais como esperar. O futuro já chegou e com ele a necessidade de juntos fazermos o estado de nossos sonhos com o aproveitamento de nossas riquezas naturais.

 

 

 

Aqui vai a nossa contribuição:

 

 

PLANEJAMENTO

 

a) – Para alcançarmos nossos objetivos de desenvolvimento com seriedade e com êxito, precisamos contratar uma consultoria de nível a exemplo do que fez o Ceará que, através da equipe de Osmundo Rebouças, mudou o perfil econômico do vizinho estado, com projetos bem sucedidos, que inteligentemente atrai diariamente, o capital privado nacional e estrangeiro. O governador do Piauí precisa tirar um dia para conhecer o Banco de Dados da SEPLAN-Ce. Há muito precisamos de algo semelhante, pois sem dados precisos, não podemos elaborar projetos consistentes e factíveis. O Banco de Dados do vizinho estado do Ceará é algo extraordinário e é imprescindível para o nosso desenvolvimento. Também não podemos pensar em desenvolvimento sem a conclusão do nosso Porto de Luiz Correia, fundamental para inserir o Piauí, no mercado internacional das exportações e importações. O projeto reduzido do Porto de Luiz Correia existe, podendo com apenas U$ 20 milhões de dólares concluir os terminais de combustíveis, grãos, frios e mercadorias, o suficiente, para que o porto seja viável. Precisamos pensar grande. Não esquecer que a ligação ferroviária entre Luiz Correia e Teresina será imprescindível, com a conclusão do nosso porto. Fazer as eclusas de Boa Esperança e acreditar na navegação do rio, projetando uma chata no estilo chinês para o rio e não um rio para a embarcação. Os chineses têm o projeto certo para a navegação do Rio Parnaíba, uma realidade queiram ou não os céticos.

 

 

AGRICULTURA

 

b) ) – O Piauí tem jeito sim. É o estado mais rico do nordeste em potencial agrícola, turístico, mineral, em água e solo. Dispomos de 11,5 milhões de hectares de cerrados, dos quais 8 milhões perfeitamente agricultáveis. O governador do Piauí naturalmente que aproveitando a onda internacional do etanol e do Biodiesel – energia alternativa -, deve atrair para o nosso cerrado, produtores internacionais, para grandes projetos de plantios de culturas que nos levarão facilmente à produção do etanol e do biodiesel. Chineses, japoneses e outros povos que poderão ajudar no aproveitamento dos nossos cerrados, alavancando de vez, o nosso potencial de plantio. O Piauí só será um estado estável economicamente falando, quando plantar a partir de dois milhões de hectares, que de saída, vão produzir de seis a oito milhões de toneladas de grãos. Com a soja transgênica poderemos alcançar até 10 milhões de toneladas de grãos em dois milhões de hectares plantados. Será a grande arrancada para o desenvolvimento sustentável do Piauí. Para isso, precisamos e logo, do asfaltamento da TRANSPIAUÍ, a rodovia da soja, como chamam os produtores daquela região, fazendo a integração do interior com a capital, por via asfáltica e ligação com os estados vizinhos.

 

c) – Trazer para as margens do Parnaíba e Poty, o mesmo modelo implantado nos municípios de Petrolina-PE e Juazeiro-BA, com adutoras e grandes projetos irrigados de frutos e grãos, fortalecendo nossa balança de exportação. A CODEVASF ainda não disse a que veio, por falta de projetos competentes e viáveis do ponto de vista técnico e econômico. Espera-se uma decisão de estadista, no aproveitamento das margens de nossos dois rios perenes e federais.

 

d) – Fazer desapropriação de todas as áreas ocupadas nas margens dos dois rios e que não estejam sendo exploradas ou produzindo alguma coisa. O Piauí não pode mais esperar. O aproveitamento desse potencial precisa ser definido, decidido e já, para a produção, exportação e geração de emprego e renda.

 

e) – Implantar definitivamente um projeto de grandes cooperativas rurais, com auxilio da UFPI, EMBRAPA e EMATER, erradicando de vez a nossa pobreza rural. Transformar associações rurais em cooperativas organizadas, proporcionando a grande arrancada para a produção agrícola do sertão piauiense. O cooperativismo foi, é, e continuará sendo, a única e sólida saída para o desenvolvimento de nossa agricultura.

 

f) – No alto, médio e baixo Parnaíba, o Piauí pode perfeitamente implantar dezenas de usinas de álcool e de açúcar. Assim o estado poderá a exemplo de São Paulo se transformar num pólo produtor e exportador de álcool e açúcar para o mundo inteiro. Terras férteis e água, é o que não falta, podendo se produzir cana de açúcar, por inundação e também por irrigação.

 

 

PECUÁRIA

 

f) - Erradicar de uma vez por todas a aftosa e brucelose de nosso rebanho bovino. O Piauí tem tudo para voltar a ser um dos maiores produtores de carnes do país, como já fomos no tempo do Império. Para tanto, precisamos sair do subdesenvolvimento, da vergonhosa febre aftosa, coisa inexistente nos estados desenvolvidos. Os nossos rebanhos de bovinos, caprinos, ovinos, suínos e eqüinos, são uns dos maiores do nordeste pela facilidade de nossas riquezas em água e solo verde. É um grande filão de nossa economia.

 

 

TURISMO

 

g) - Dar continuidade ao projeto que integra o turismo do Ceará, Piauí, Maranhão, com a grandeza do nosso Delta e Lençóis Maranhenses, somados ao rico turismo organizado do vizinho estado do Ceará, como ponte de arrancada para o nosso desenvolvimento turístico. Renegociar os grandes hotéis de Parnaíba e Luiz Correia, com grandes grupos hoteleiros. O Grande Hotel de Luiz Correia pode ser transformado num grande Ressort, com direito a uma marina com o aproveitamento do molhe do Porto. Acabar o consórcio e divisão dos blocos que prejudicou a idéia de um grande hotel.

 

h) - Fazer a integração da Serra da Capivara em São Raimundo Nonato, com o Delta e Sete Cidades, com a ligação dos dois aeroportos internacionais das cidades de São Raimundo e Parnaiba. O nosso potencial turístico gerando roteiro entre esses três pontos fantásticos, é, sem dúvidas, o mais importante e atraente do norte e nordeste.

 

i) – O governador do Piauí, precisa atrair o mesmo grupo que construiu Cancun no México, para construir um grande hotel de 6 ou 7 estrelas nas ilhas do Delta, como temos na África do Sul e nos emirados Árabes. Precisamos pensar grande e com o capital privado ousarmos em termos de desenvolvimento para o setor turístico.

 

 

INDÚSTRIA

 

j) – Esse o nosso nó górdio, mas, se agigantarmos o nosso potencial agrícola, com certeza atrairemos a agroindústria. Industrializar o Piauí tem sido o grande desafio dos nossos governantes. Temos a informação precisa e certa de que a industria alemã de autopeças, pretende transferir toda a sua industria para o Brasil, criando a geração de 300 mil novos empregos. Volkswagem, BMW e Daimler-Chrysler, estão por trás desse audacioso projeto. Outros países estão na disputa do potencial alemão. Caberia ao governador do Piauí, fazer uma viagem à Alemanha e com o apoio da Presidente Dilma, cavar esses incentivos e atrair para o Piauí parte dessas industrias o que muito fortaleceria a nossa economia.

 

k) – Para atrair o capital privado nacional e estrangeiro, o Piauí precisa de uma consultoria que elabore os projetos com base no nosso potencial natural e conseqüentemente busque os investidores como acontece em outros estados, podendo-se citar como modelo e exemplo, o nosso vizinho estado do Ceará.

 

 

MINÉRIOS

 

l) – O potencial mineral do Piauí é de causar inveja aos demais estados nordestinos. A presença da Vale do Rio Doce em São João do Piauí, na exploração do níquel; da fábrica de cimento de Itapessuma, em Fronteiras, região da Grande Picos, podem servir de modelos para a exploração de outras jazidas de grande porte existentes em nosso estado. Temos minérios do talco ao diamante. Sugerimos a leitura do nosso livro MUDA PIAUÍ a Revolução do Desenvolvimento, e vejam município por município, o nosso potencial mineral de grande valia e importância para o nosso desenvolvimento. Os nossos grandes minérios numa dádiva de Deus estão encravados especialmente na nossa região do semi-árido, como compensação pelo sofrimento das sucessivas secas. O nosso potencial mineral sempre foi esquecido pelos nossos governantes, mas, já está na hora de acordarmos para essa realidade no campo do desenvolvimento e geração de riqueza, emprego e renda.

 

m) - Um exemplo forte de uma de nossas jazidas é a mina de Opala Boi Morto, em Pedro II. Ali poderemos criar um grande centro de lapidação e venda de opala, transformando a cidade num grande pólo turístico para aquisição da famosa pedra preciosa, preferida pelos japoneses. Para uma melhor orientação nesse campo de desenvolvimento e riqueza mineral do nosso estado, aconselhamos a consultoria do geólogo piauiense CPMR (já aposentado) João Oliveira, um técnico amigo pessoal do ex-governador Paulo Souto, da Bahia, também geólogo. João é um técnico imprescindível em qualquer programa ou projeto de aproveitamento de nossos minérios, até pelo nível de piauiensidade que ele carrega na sua mente e pelo conhecimento que tem pela vivência nos estudos históricos daquela companhia de produção mineral.

 

 

SAÚDE

 

n )- As cidades de São Raimundo Nonato e Parnaíba, que serão transformadas em pólos turísticos, dos mais importantes do norte e nordeste, precisam e com urgência, de hospitais com equipamentos de ponta, UTIs e helicópteros, para atendimento e socorro aos turistas que nos visitam. Precisamos dar segurança e saúde aos nossos visitantes, e, somente melhorando o padrão de nossos hospitais de São Raimundo e Parnaíba, poderemos atender aos turistas que nos visitam com segurança e medicina de qualidade. Também, atentar para o fato de que, cidades turísticas, que poderão receber o turista do primeiro mundo, não podem esquecer o saneamento básico. O turista classe A, não sai do seu país, para um estado ou município onde não exista saneamento básico, obra imprescindível para deixar qualificado o turismo do estado como de primeiro mundo e de qualidade. Saneamento básico é o primeiro sinônimo de saúde.

 

Para o grande e tradicional Hospital Getulio Vargas a melhor sugestão é, transformá-lo numa Fundação, para a captação de recursos à fundo perdido, não só de organismos nacionais, mas, especialmente, de entidades estrangeiras, que possuem recursos para ajudar países do terceiro mundo. O Hospital Getulio Vargas não pode continuar em decadência, pois, trata-se da mais tradicional casa de saúde do estado, merecendo um projeto especial de recuperação, para que continue sendo o hospital escola, podendo no futuro se nivelar às grandes casas de saúde do país. O HGV precisa sim e logo, ser transformado, numa fundação, devendo ser mostrado ao mundo a sua importante missão no atendimento de pessoas carentes de assistência médica, especialmente oriundas dos estados vizinhos. Somente uma fundação integrada ao Hospital, poderá tirá-lo da crise constante de dívidas e falta de estrutura que combine com a sua função social, proporcionando a captação de recursos de organismos internacionais ligados ao setor de saúde.

 

EDUCAÇÃO

 

o) – Criar as universidades do Delta e de São Raimundo Nonato, para junto com o potencial turístico, promovermos o desenvolvimento da educação atraindo estudantes de todos os recantos do país, fortalecendo mais ainda a nossa cultura e o nosso turismo.

p) – Implantar a escola de tempo integral com a filosofia de acabar com a delinqüência infantil e com a marginalidade na adolescência de acordo com o projeto e as idéias contidas em documento enviado ao governador Wilson Martins e a disposição do público no Portal Jogoaberto.com

 

 

SANEAMENTO

 

q) – Não podemos fazer turismo sem termos saneamento básico, pois o turista do primeiro mundo, teme as endemias por falta de saneamento a hepatite C, por exemplo. Para buscarmos com rapidez e eficiência o saneamento para as regiões turísticas de nosso estado, especialmente São Raimundo e Parnaíba e Luiz Correia, sugerimos e com urgência, a busca de grupos franceses, que já estão no país, fazendo saneamento básico em São Paulo, mais precisamente em Santos e Ribeirão Preto. Um desses grupos já foi contactado para um grande projeto de expansão de nosso saneamento básico. Eles possuem os recursos, realizam as obras e ao final de cada projeto, apenas cobrarão da AGESPISA apenas 17% de cada conta de água, da área por eles saneada, como forma de ressarcimento do volume de recursos investido. Essa seria inclusive a grande saída para reabilitar de vez a fragilidade econômica da AGESPISA, carente de projetos de investimentos com a expansão do seu programa de saneamento básico.

 

 

 

CONCLUSÃO :

 

Para introduzirmos essas mudanças num conjunto de projetos de viabilidade técnica e econômica, precisamos de uma mentalidade nova no campo da governabilidade. O governador do Piauí precisa cercar-se de gente competente, de visão e com determinação para ajudar no direcionamento de um novo Piauí. Somos ricos sim e de potencial invejável em todos os campos de atividade pública. Só nos faltam grandes projetos e bem delineados por gente de formação de alto nível (PHDs), para, de uma vez por todas, tirar o nosso estado dessa inércia no campo do desenvolvimento, buscando com inteligência e competência, naturalmente que usando a criatividade, proporcionando a geração de riquezas, emprego e renda para a felicidade de nossa juventude, sofrida e desestimulada pela falta de um mercado de trabalho sustentável. Essas idéias ficam postas para os partidos políticos e para aqueles que chegarem ao poder com o propósito de fazer um novo Piauí. Também ficam para a iniciativa privada, pois sem ela, não conseguiremos alcançar nossos objetivos de desenvolvimento.

Esperamos que essas idéias possam contribuir para o real desenvolvimento do nosso estado.

Com amor e dedicação pelo Piauí.

 

Teresina, 01 de agosto de 2011
Jornalista Tomaz  Teixeira

Contato (086) 9981-5007.

Tomaz007@ig.com.br

Tomaz007@hotmail.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 





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