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Teresina, PI
Domingo, 16
Dezembro de 2018

06/12/2018 - 15h17min

Prêmio Innovare 2018 anuncia iniciativas vencedoras no aprimoramento da Justiça

O Instituto Innovare anunciou nesta quinta-feira (6) os vencedores da 15ª edição de sua premiação anual, que reconhece e busca disseminar práticas que contribuem para modernizar a Justiça no país.
Mais importante premiação da Justiça brasileira, o Innovare procura valorizar inciativas que buscam soluções para os desafios enfrentados por todos que atuam no sistema de Justiça, de natureza administrativa ou judicial.
O Innovare foi criado em 2004. Todos os anos, personalidades do mundo jurídico, acadêmico e social analisam as iniciativas. Neste ano, foram 654 inscrições de todo o país. A premiação foi apresentada pelo jornalista Heraldo Pereira.
Veja abaixo os projetos premiados nas diversas categorias:
Tribunal
Venceu a prática Adote um “Boa Noite!”, parceria do Tribunal de Justiça de São Paulo com a Agência F/NAZCA para estimular a adoção de crianças e jovens maiores de 7 anos ou com deficiências.
Juiz
Venceu a prática Plano de Execução Civil Ambiental: O Desafio da Recomposição do Bem Jurídico Degradado foi desenvolvido em Marabá (PA) para reduzir os impactos do desmatamento, obrigando o responsável pelo ato a replantar mudas nativas no local onde ocorreu a extração ou derrubada ilegal.
Ministério Público
Venceu a prática de Teresina, Construindo Gestores do Futuro: Estratégias de prevenção contra o desvio de recursos públicos destinados à Educação, que trata para que as verbas do Fundef só sejam liberadas a partir de planos bem fundamentados das prefeituras.
Defensoria Pública
Venceu a prática Ronda de Direitos Humanos (RONDADH), que percorre as ruas da cidade do Rio de Janeiro para identificar denúncias sobre maus tratos à população de rua por parte de agentes do poder público.
Advocacia
Venceu a prática de São Paulo, Acordo Nacional entre Poupadores e Bancos sobre os Planos Econômicos, uma iniciativa desenvolvida pelo Idec, Febraban, AGU e Febrapo, que permite que entidades civis e federações representem interesses de cidadãos e das instituições financeiras para acabar com quase 1 milhão de ações que questionam as perdas no rendimento das cadernetas provocadas por quatro planos econômicos: Bresser (1987); Verão (1989); e Collor 2 (1991).
G1